Somos uma empresa capacitada pela TERMOTÉCNICA para execução de serviços na área de SPDA (SERVIÇOS DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS "raios").  Contamos com profissionais especializados e assim estamos à disposição de seu condomínio, lar ou empresa para executar um serviço de qualidade.

Aterramento Elétrico, SPDA e DPS
A Garra Comércio e Reformas Ltda, oferece soluções eficientes e confiáveis que visam a proteger externamente as edificações e estruturas contra choques diretos dos raios, e internamente através de bloqueios nas linhas de alimentação e de sinais, como medida de prevenção na proteção dos operadores, equipamentos, estruturas e edificações.

Por ter uma linha completa de produtos e serviços em constante atualização, a GARRA atende os diversos segmentos industriais, presente em empresas de todo porte, disponibilizando opções que vão desde a proteção básica, proteção externa, proteção interna contra induções eletromagnéticas e sobretensões, proteção catódica, eletricidade estática, e blindagem eletromagnética.

Produtos:

PROTEÇÃO BÁSICA (Aterramento Elétrico) temos: barramentos de aterramento principais e secundários (BAPs e BEPs), hastes de aterramento, caixas de inspeção do terra, conectores de pressão e compressão, soldas exotérmicas, condutores de cobre, aço inoxidável e alumínio tipo fita e cabo, e acessórios em geral.

PROTEÇÃO EXTERNA (Sistema de Pára-Raios-SPDA) temos: captores tipo Franklin, terminais aéreos, mastros e postes telescópicos, sinaleiros, suporte de fixação, suporte isoladores e acessórios em geral.

PROTEÇÃO INTERNA (Dispositivos de Proteção contra Surtos-DPS) temos: pára-raios secundários de linha, filtros de linha, protetores para telefonia, protetores para interfones e porteiros eletrônicos, protetores coaxiais e para pares trançados, supressores de surto para baixa tensão, protetores para antenas, e todos os acessórios.

 

HISTÓRICO:

O Raio é um fenômeno da natureza que desde os primórdios vem intrigando o homem, tanto pelo medo provocado pelo barulho, quanto pelos danos causados.

Para algumas civilizações primitivas o raio era uma dádiva dos Deuses, pois com ele sempre veem as chuvas e a abundância na lavoura.  Para outras civilizações era considerado como um castigo e a pessoa que morria num acidente de raio, provavelmente havia irritado os Deuses e o castigo era merecido.  Havia também civilizações que glorificavam o defunto atingido por um raio, pois ele havia sido escolhido entre tantos seres humanos, com direito a funeral com honras especiais.

Hoje em dia ainda existem muitas crenças populares, principalmente na área rural, as quais são passadas de geração para geração.

Após tantas civilizações o homem acabou descobrindo que o raio é um fenômeno físico/elétrico e por isso deverá ser conduzido o mais rápido possível para o solo, minimizando seus efeitos destrutivos.

O primeiro cientista a perceber esse fenômeno foi Benjamin Franklin (1752), que na época empinou um pipa no ar com um fio metálico e observou que pulavam faíscas do fio metálico para objetos metálicos aterrados no solo.  Nessa época afirmou que após a colocação de uma pequena haste metálica em cima de uma edificação, essa haste iria descarregar a nuvem sem que o raio ocorresse, devido a concentração de cargas elétricas nas pontas.

Após alguns anos, tomou conhecimento de instalações que tinham sido atingidas por raios e outros casos de edificações que foram atingidas e o raio não havia caído na ponta metálica.  Assim sendo, reformulou sua teoria e afirmou que a ponta metálica seria o melhor caminho para levar o raio até o solo com segurança caso a ponta fosse atingida.  A partir daí começou-se a definir até onde essa ponta teria influência (séc. XVIII - Gay Lussac) e começou-se a esboçar os primeiros cones de proteção, cuja geratriz era a função de um ângulo pré-definido resultando num cone com um raio de proteção...

Então o conhecimento evoluiu, e estamos hoje aptos à controlar mais este fenômeno da natureza

 

PRODUTOS:

Garra Comércio e Reformas Ltda.